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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Cedae deixa creche sem água há quatro meses

Creche está sem água desde novembro no Complexo do Borel

Segundo o coordenador da ONG Jovens Com Uma Missão (JOCUM) do Complexo do Borel, Jovino Neto, desde novembro passado, a creche Espaço Semente está sem água. Conforme Neto, a unidade atende 50 crianças da comunidade, com idades entre dois e três anos, na localidade conhecida como Grota. Sem água, de acordo com Neto, o início das atividades no local - previsto para o dia 9 de março - poderá não ocorrer. As crianças ficam na creche no horário entre 8h e 17h. Ainda segundo o coordenador da ONG, a Cedae tem sido procurada para resolver o problema que não é solucionado.

- As crianças precisam tomar banho, comer e fazer outras atividades que dependem do abastecimento de água. Este é um problema social porque as mães não têm onde deixar os seus filhos - disse Neto.

De acordo com informações da Cedae, uma equipe de técnicos do Programa Água para Todos - que funciona no Borel - vai à creche verificar o problema nesta sexta-feira. Ainda conforme a Cedae, na região há abastecimento de água e que o problema na unidade é pontual.

Fonte: O Globo On Line (em 25/02/2011)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Uma década sem água na Baixada

Reportagem do programa "Balanço Geral", da TV Record, revelou que o bairro Belmonte, em Queimados, na Baixada Fluminense, sofre com problema no abastecimento de água e falta de esgoto há 10 anos. Os moradores têm de caminhar sob sol forte e em pleno domingo para conseguir água com vizinhos ou em outras regiões. Segundo a matéria, a Cedae garantiu que técnicos irão ao bairro para verificar o problema.

Veja a matéria na íntegra

Fonte: R7, em 1/2/2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Cedae deixa senhora de 105 anos sem água

Reportagem da TV Record revela que idosa vive sem água em casa na Baixada

A falta de água atinge bairro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Entre os moradores prejudicados está Maria de Lourdes de 105 anos. Com idade avançada, ela precisa tomar banho de balde com a ajuda da neta. População pede providências. Cedae informou que em dois dias enviará equipe para vistoriar o abastecimento de água.

Clique aqui e veja o vídeo da reportagem


Fonte: Programa "Balanço Geral", da TV Record, em 04/01/2011

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Cachambi sem água há mais de uma semana

Cedae deixa algumas ruas do Cachambi sem água

Moradores do bairro Cachambi encontram-se sem água desde o dia 19. Em algumas casas o abastecimento voltou muito fraco no dia 22. Contudo, no dia 23 até a presente data, o serviço encerrou-se. Tal fato não é novidade para os moradores de algumas ruas deste bairro, como a São Gabriel, que enfrentam com regularidade tal problema. Tanto que, a última falta de água ocorreu há poucos meses, em julho, deixando os residentes de tal local sem água. Além de tais fatores, no último conserto, os técnicos da Cedae deixaram esburacadas ruas como esta citada acima e, também a Rua Americana, próxima a São Gabriel.

Fonte: O Globo Online (em 28/09/2010)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Cedae justifica problemas no fornecimento

Audiência na Alerj discute interrupções de luz em todo o estado

Rafael Galdo

RIO - A comissão de sanemaento da Alerj realizou hoje uma audiência pública que reuniu representantes da Cedae, Light e Ampla para tratar das constantes interrupções de energia e, consequentemente, do fornecimento de água neste verão em todo o estado. De acordo com Jorge Briard, diretor de produção da Cedae, apenas no sistema de produção de Guandu, que abastece grande parte da Região Metropolitana, aconteceram quedas na energia, em média, a cada 15 dias nos últimos três meses, prejudicando o fornecimento. Nas 22 elevatórias grandes que bombeiam a água para os diferentes bairros da região foram registradas 207 quedas de energia. A Light culpou as altas temperaturas e o aumento do consumo, enquanto a Ampla responsabilizou a poda de árvores pelas interrupções de luz.

Fonte: O Globo Online (em 24/02/2010)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Jogo de empurra entre Cedae e Light

Presidente da Cedae culpa Light por falta d’água no Rio

Wagner Victer cobrou, de diretoria da Light, solução para piques de luz que prejudicam estações de tratamento. Na Tijuca, moradores sofrem com desabastecimento e tentam, por conta própria, organizar racionamento nos prédios

Fernanda Alves

Rio - Diante de novas falhas no abastecimento de água do Rio, o presidente da Cedae, Wagner Victer, cobrou ontem da diretoria da Light uma solução para o problema. Segundo Victer, a falta d’água — que ontem chegou pelo menos aos bairros Tijuca, Flamengo e Centro — estaria relacionada a sucessivos piques de luz em estações de tratamento da Cedae. “Nos últimos 9 dias, foram 20 quedas de luz em estações de tratamento”, ressalta Victer.

Ontem, prédios de várias ruas da Tijuca não estavam recebendo água e as cisternas estavam quase vazias. A dona de casa Maria Aparecida de Lima, 43 anos, enfrentou dificuldade até para estocar água em panelas. Seu prédio, na Rua Oliveira da Silva, fechou o registro para ajudar na economia e só liberava cinco horas diárias de água para os moradores. “A gente tem que tomar banho correndo e lavar a louça com pressa. Espero que a caixa d’água não fique vazia de vez”, preocupa-se.

O subsíndico do prédio, Roberto Carvalho, 70 anos, contou que que procurou uma solução para o problema durante todo o dia, mas não conseguiu. “Liguei para 10 empresas de caminhões-pipa e não consegui nenhum. Se a água acabar, não teremos nem como tomar banho amanhã (hoje)”, diz.

Em outro ponto do bairro, na Rua São Miguel, o vendedor ambulante calculava o prejuízo: “Vendo churrasquinho, mas hoje não vou poder trabalhar. Vou perder cerca de R$500. Depois, quando a conta chegar, como vou fazer para pagar?”, questiona.

A falta d’água também atrapalhou a vida dos moradores de outros bairros e municípios. A seca foi registradas em trechos do Centro, Zona Sul e Zona Oeste. No Flamengo, a academia Upper teve que mudar seus hábitos. “O banho aqui ainda está liberado, mas desligamos alguns ‘boxes para economizar’, revelou a gerente, Paula Lima.

Fonte: O Dia Online (em 28/01/2010)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Acidente em elevatória da Cedae

Funcionário da Cedae tem 35% do corpo queimado em explosão em elevatória

RIO - Uma explosão com princípio de incêndio na elevatória Mendes de Morais, na Avenida Francisco Bicalho, na Zona Portuária, por volta das 10h, deixou um funcionário da Cedae ferido e o abastecimento de água comprometido na região. Marcos Antonio Carneiro Duarte, de 47 anos, estava de plantão, tentou apagar as chamas e foi atingido pela explosão. Encaminhado para o Hospital do Andaraí, ele teve queimaduras de segundo grau em 35% do corpo. Segundo o presidente da Cedae, Wagner Victer, houve sobretensão da subestação que faz as bombas da elevatória funcionar. A previsão é de que em 24 horas o sistema seja normalizado.

Fonte: O Globo On Line (02/08/209)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Alerj põe Cedae contra a parede

CEDAE E AMPLA FARÃO RELATÓRIO SOBRE FALTA DE ÁGUA EM RIO DAS OSTRAS


A Comissão de Saneamento Ambiental da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro quer que a Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) e a concessionária Ampla, responsável pelo fornecimento de energia elétrica em diversas partes do estado, enviem à Alerj um relatório contendo todas as ações que estão realizando para resolver o problema de abastecimento de água em Rio das Ostras, na região das Baixadas Litorâneas. O presidente da comissão, deputado Domingos Brazão (PMDB), fez o pedido a representantes das duas instituições que, nesta terça-feira (05/05), participaram de uma audiência pública no Palácio Tiradentes. “A Cedae informou que já consertou as bombas, que o reservatório (a Estação de Tratamento de Água de Rio Dourado) já está fornecendo 280 mil litros e que vai aumentar a quantidade de água para o abastecimento local. Vou estudar o levantamento destas soluções para confirmar se as medidas foram realmente efetuadas. Caso não, poderemos até tomar atitudes mais drásticas, como o encaminhamento de uma denúncia ao Ministério Público”, afirmou o parlamentar.

Tendo em vista as reclamações da comissão dando conta de que ambos os serviços andam precários, Guilherme Brasil, representante da Ampla, sugeriu também a formação de um Grupo de Trabalho com membros da Ampla e da Cedae. “Podemos montar um grupo para discutir os serviços prestados para agirmos com mais eficácia”, disse Brasil. O presidente da Cedae, Wagner Victer, também presente na audiência, concordou com a criação deste grupo. “Não se pode negar que Rio das Ostras é um fenômeno de crescimento populacional e industrial, o que fez com que o consumo de água e energia elétrica aumentasse. Temos que acompanhar este desenvolvimento”, destacou Victer, argumentando que o abastecimento de água em Rio das Ostras foi interrompido por causa de problemas de energia, o que comprometeu o funcionamento das bombas d’água. “A Cedae alega que não consegue prestar seu serviço por problemas da Ampla. O que não pode acontecer é uma ficar culpando a outra. O povo é que sai penalizado”, sublinhou o peemedebista Brazão.

Representante da Diretoria Técnica da Ampla, Fábio Fonseca explicou que o fornecimento de energia foi prejudicado por 14 horas entre os dias 19 e 20 de fevereiro devido a uma árvore que caiu e rompeu os condutores em um ponto do circuito que alimenta a Estação de Bombeamento e Tratamento da Cedae da região. De acordo com ele, a árvore estava dentro de uma propriedade privada, e o dono não deixou a equipe da Ampla entrar, o que dificultou a retomada dos serviços. “Para evitar este tipo de contratempo, vamos instalar uma ‘chave de manobra’ de um circuito para o outro. Assim, quando acontecerem problemas tipo o que também ocorreu entre os dias 29 e 30 de março, quando atiraram um vergalhão em outro ponto do circuito, poderemos passar o fornecimento para um ponto diferente”, explicou.

Membro da comissão e ex-prefeito de Rio das Ostras, o deputado Sabino (PSC) criticou a falta de transparência da concessionária Ampla. “Quando fui prefeito, não tinha nenhum poder de fiscalização sobre as obras da empresa. Se desejava iluminar algum bairro, a Ampla emitia um orçamento e ela mesma contratava as empresas para prestarem o serviço. Por esse motivo, passava para as mãos dela o controle absoluto da obra”, ressaltou o parlamentar. Participaram também da audiência os deputados Jodenir Soares (PTdoB) e Paulo Ramos (PDT), além de Cláudia Guimarães e Fábio Luiz Araújo, representantes comerciais da Ampla.

Fonte: Alerj (em 5/5/2009)