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terça-feira, 22 de março de 2011

Esgoto a céu aberto: especialidade da Cedae

Coluna "Eu Repórter" do site do jornal O Globo mostra descaso da Cedae, que ignora vazamento de esgoto em ruas da Tijuca

Esgoto a céu aberto em ruas nobres da Tijuca

Há alguns anos, os moradores das ruas Antônio Basílio e Conde de Itaguaí, na Tijuca, reclamam de um vazamento de esgoto. O problema vem se agravando e cada vez mais prédios na Rua Antônio Basílio têm suas galerias inundadas. O problema já chegou na altura do número 533 e há dias que as galerias na garagem do 555 também enchem. Os moradores mais antigos dizem que a Cedae sabe do vazamento e da causa: os prédios da Rua Visconde de Itaguaí vêm crescendo e a tubulação não suporta mais o volume de esgoto despejado. Mas ninguém resolve.

Fonte: O Globo On-line (em 22/3/2011)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Queixas de falta de água e de vazamentos no Rio

No site do O Globo, leitores de três bairros diferentes reclamam do descaso da Cedae. Confira os problemas relatados em Santa Teresa e na Tijuca:

Bairro de Fátima e Santa Teresa estão sem água há uma semana

Estamos sem água no Bairro de Fátima e em Santa Teresa desde sexta-feira, dia 20 de agosto. A Cedae diz que houve um problema de falta de luz onde Judas perdeu as botas, que está fazendo reparos, e que por isso NÃO HÁ PREVISÃO DE REABASTECIMENTO. E ficamos por isso mesmo, não? Vamos pedir carros-pipa e quem vai pagar a conta?

Fonte: O Globo Online (em 24/08/2010)


Comerciante reclama de constantes vazamentos de água na Tijuca

Texto do leitor Rodrigo Barradas Gonçalves

RIO - Sou comerciante na Rua Conde de Bonfim, número 277, na Tijuca, Zona Norte do Rio, e convivo com constantes vazamentos de água no cruzamento com a Rua Pareto. Somente este ano, eu abri três chamados de manutenção. Desde o último telefonema, já se passaram 150 horas. Ao ligar para lá, me passaram um novo prazo de 72 horas. É essa a Nova Cedae? Para mim, está pior do que a velha!

Fonte: O Globo Online (em 24/08/2010)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Cedae diz que nunca prometeu despoluir praias da Barra

Verão com restrições na Barra

A um mês e meio do verão e com as temperaturas já elevadas, as previsões de lazer na orla para os dias ensolarados são pouco animadoras. Apesar da inauguração do emissário submarino, em abril de 2007, e da Estação de Tratamento de Esgoto da Barra da Tijuca, em junho deste ano, as praias da região continuam poluídas e, em alguns pontos, a situação se agravou. Dados coletados pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) ao longo de 2009 mostram que a qualidade da água no Quebra-Mar continua ruim, e que a Praia da Macumba vai na mesma direção. A contaminação também está chegando a Grumari. Diante deste quadro, o presidente da Cedae, Wagner Victer, alega que nunca prometeu despoluir as praias com a inauguração do sistema de tratamento de esgoto e que as condições de balneabilidade só vão melhorar quando forem feitos a dragagem das lagoas e o alargamento do canal do Quebra-Mar:

— Não era para melhorar mesmo. Se melhorasse, seria estranho. A gente está tirando o esgoto da lagoa, mas a poluição do mar só vai diminuir se se fizer a dragagem do canal e da lagoa.

De acordo com ele, apesar da diminuição do lançamento de esgoto, o fundo das lagoas tem acumulado uma grande quantidade de matéria contaminada, que acaba sendo carregada para o oceano. Além disso, a troca de água entre o mar e o canal é pouca, insuficiente para promover a renovação das águas da Baixada de Jacarepaguá.

— Os sedimentos acumulados durante décadas só vão se diluir quando houver uma troca maior de água entre a lagoa e o mar.

De acordo com o presidente do Inea, Luiz Firmino Martins, entretanto, a dragagem das lagoas e a ampliação das saídas dos canais só devem começar no ano que vem. E terminar em 2012. Fora isso, segundo ele, para que a poluição deixe de chegar à praia pelo Canal de Sernambetiba é preciso ligar todas as comunidades que hoje existem ao longo do Rio Morto ao sistema de esgotamento. Assim como todas as comunidades que vivem em Jacarepaguá.

Até lá, resta ao carioca ter atenção aos indicadores do Inea, e evitar a praia nos dias de vazante ou após as chuvas. A precaução pode valer também como medida para evitar doenças.

Fonte: O Globo On Line (em 11/11/2009)